Tema de Redação

ATUALIDADES | O discurso de ódio e a falta de empatia nas redes sociais

Equipe RND
Escrito por Equipe RND em 14 de outubro de 2021
ATUALIDADES | O discurso de ódio e a falta de empatia nas redes sociais
Aprenda a escrever uma Redação Nota Dez

Receba nosso conteúdo em seu e-mail:

TEXTOS DE APOIO

Texto 1

Antes de mais nada, ao falar sobre discurso de ódio, se faz necessário falar sobre direitos humanos. Segundo a Organização das Nações Unidas, direitos humanos são “direitos inerentes a todos os seres humanos, independentemente de raça, sexo, nacionalidade, etnia, idioma, religião ou qualquer outra condição”, incluindo “o direito à vida e à liberdade, à liberdade de opinião e de expressão, o direito ao trabalho e à educação, entre e muitos outros. Todos merecem estes direitos, sem discriminação”.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) também deve ser analisada nesse sentido. Em seu artigo II ela traz que “Todo ser humano tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidos nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, idioma, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição”.

Fonte: Discurso de ódio: o que caracteriza essa prática e como podemos combatê-la? | Politize!

Texto 2

O discurso de ódio ocorre quando um indivíduo se utiliza de seu direito à liberdade de expressão para inferiorizar e discriminar outrem baseado em suas características, como sexo, etnia, orientação sexual, religião, entre outras.

Ante o exposto, já percebemos duas características necessárias para o discurso de ódio acontecer: discriminação e exteriorização de pensamento.

Quando essa discriminação ocorre, e muitas vezes vemos a incitação à violência contra as minorias, a dignidade humana é ferida, ou seja, um dos fundamentos principais da Constituição Federal é infringido.

Fonte: A liberdade de expressão e o discurso de ódio | Jusbrasil

Texto 3

Roman Krznaric, na obra “O poder da empatia: a arte de se colocar no lugar do outro para mudar o mundo”, destaca que muitos historiadores e pensadores sociais consideram a empatia uma das maneiras mais eficazes de expandir as fronteiras de nossos universos morais, e que, a partir do hábito de empatizar, somos capazes de desenvolver laços que nos ajudam a dar um melhor sentido à própria existência, abandonando cada vez mais nossos egos para experimentar o olhar sincero à vida do outro. Há um verdadeiro despertar de nossa humanidade por meio da paulatina conscientização de que somos animais sociais, numa corrente de solidariedade que se espalha ao redor de todos aqueles que conhecemos – e em seguida àqueles que não conhecemos -, em contraponto ao individualismo tão presente nos dias atuais.

Fonte: A empatia como remédio para a banalização do mal | Justificando

Texto 4

Texto 5

O jornalista Leonardo Sakamoto indica cinco obras que ajudam a refletir sobre os discursos de ódio hoje em dia:

  • Eichmann em Jerusalém – Um relato sobre a banalidade do mal, de Hannah Arendt
  • Para educar crianças feministas: um manifesto, de Chimamanda Ngozi Adichie
  • Linchamentos – A Justiça Popular no Brasil, de José de Souza Martins
  • O que aprendi sendo xingado na internet, de Leonardo Sakamoto
  • UnSpun: Finding Facts in a World of Disinformation, de Jamieson Brooks e Kathleen Hall

Fonte: 5 livros sobre ódio e intolerância nas redes sociais | Nexo Jornal

Texto 6

O ódio no Brasil / Leandro Karnal
Canal: Café Filosófico CPFL

Boa produção!

Um abraço,
Equipe Redação Nota Dez

Posts recentes

Olá!

O que você achou deste conteúdo? Conte nos comentários.

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *